Na mesa ao lado, quatro rapazes tomando coca-cola e conversando animadamente sobre tipos de cultos, desafio do relógio para orar por tempo determinado, se a igreja A ou B é melhor do que a outra, se culto à noite é melhor ou pior do que culto pela manhã, coreografia dos louvores ... uma ânimo só. Muito simpáticos, educados e bem humorados. E já estão planejando as atividades de 2018: fazer/continuar dieta, ir na Marcha para Jesus e, claro, participar com faixa e tudo da Parada Gay. Um deles imita a voz de algum pastor, faz piadas absolutamente inocentes, e todos se divertem. Na despedida, beijos carinhosos sem pudores, fazem combinados para se encontrarem na igreja e trocam saudações cristãs. Turma muito interessante. Até me senti vivendo em um país sem preconceito.
"Lamento se os índices de criminalidade de Oslo sejam tão baixos" A sinopse do filme é tão simples que quase não dá para perceber o quanto ele é ou poderia ser interessante. Em primeiro lugar, o local onde se passa a ação: Noruega! Na gelada Oslo acontecem assassinatos de mulheres que têm alguns traços em comum..... e que são importantes para o serial killer das neves. Algumas sequências são de tirar o fôlego ao mostrar estradas, pontes sobre lagos gelados, ruas, parques, estátuas em pleno inverno norueguês. É interessante ver como a c idade funciona normalmente, praticamente sob neve, e lembrar que um friozinho à toa nos dá vontade de dar calote nos compromissos do dia. Há um bem pensado jogo de esconde esconde que nos confunde sobre a verdadeira identidade do nosso bandido g elado. Há uma trama paralela, uma relação entre pai e filha que exige uma certa vingança, e que poderia se desenvolver melho...